quinta-feira, 16 de maio de 2013

MOBILIDADE URBANA E A ÉTICA.


      A mobilidade Urbana transcende a movimentação de pessoas, bens e serviços onde o ponto forte da questão, está sendo discutida entre os intelectuais e profissionais dos mais diversos segmentos que discorrem sobre os problemas que o transito vêm acumulando e como à ética esta sendo aplicada.E compreensível que, o aumento de frotas de veículos, ruas esburacadas e transito intenso nos faz agir erroneamente ferindo o direito de outrem, de certa forma pondo de lado o argumento do bom senso, que vai além da capacidade de discernir o certo do errado, mas sim de agir e interagir, obedecendo a certos parâmetros da normalidade que são as leis de transito que auxiliam na aplicação da ética e da sua mobilidade.
      Mobilidade é convívio social: "De que adiantarão ruas espaçosas, cruzamentos e vias sem congestionamentos, se a isso não agregarmos atitude voltada ao deslocamento e movimentação sociabilizada”. O cidadão precisa atuar em defesa do bem comum, e isso, que está ligando à ética e a mobilidade. Movimentar é uma necessidade de cada pessoa e isso deve ocorrer, de modo que todos os envolvidos estejam satisfeitos, quanto a seus objetivos.
      Então, e de direito que empresas de bens e serviços, o cidadão, o estudante, o aposentado, enfim esses contingentes  tenha o direito de circular e de se mover e sabemos que há uma grande dificuldade para se resolver essa questão e junto a ela vêm insatisfação e a falta de ética onde as condutas inadequadas, incorretas e desrespeitosas tomaram conta desse segmento.Ética são atitudes e posições cotidianas no sentido de respeito às regras. No transito podemos citar como exemplo: comos os motoqueiros hoje são campeões na falta de ética no trânsito. Ultrapassam indevida, atitudes violetas e o exibicionismo antiético. Outro exemplo de falta de ética é a cidadão, observamos que  na condição de pedestre, o cidadão fica mas exposto em relação ao transito e a urbanização, como por exemplo calçadas danificadas, sinalização adequada, iluminação segurança etc.
 
     Mas, mesmo os locais com sinalização os pedestres temam em não seguir a lei, o bom senso e a ética e se arriscam em atravessar em locais inapropriados. A faixa de pedestre e um refúgio que dá ao cidadão segurança caso alguma eventualidade ocorra,  sendo que  o mesmo seja  usado  corretamente. Em alguns casos o pedestre não respeita a sua própria condição de cidadão e que tem deveres a serem cumpridos perante o próprio bem estar e a convivência social entre transito e mobilidade. Proponho em deixarmos de lado o individualismo das grandes metrópoles e voltarmos para o convívio social mais humano.
 
 
 
Fonte: Casa da Juventude

Por Jamila Carvalho
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário