A mobilidade Urbana transcende a movimentação
de pessoas, bens e serviços onde o ponto forte da questão, está sendo discutida
entre os intelectuais e profissionais dos mais diversos segmentos que discorrem
sobre os problemas que o transito vêm acumulando e como à ética esta sendo
aplicada.E compreensível que, o aumento de frotas de
veículos, ruas esburacadas e transito intenso nos faz agir erroneamente ferindo
o direito de outrem, de certa forma pondo de lado o argumento do bom senso, que
vai além da capacidade de
discernir o certo do errado, mas sim de agir e interagir, obedecendo a certos
parâmetros da normalidade que são as leis de transito que auxiliam na aplicação
da ética e da sua mobilidade.
Mobilidade é convívio social: "De que
adiantarão ruas espaçosas, cruzamentos e vias sem congestionamentos, se a isso
não agregarmos atitude voltada ao deslocamento e movimentação sociabilizada”. O
cidadão precisa atuar em defesa do bem comum, e isso, que está ligando à ética
e a mobilidade. Movimentar
é uma necessidade de cada pessoa e isso deve ocorrer, de modo que todos os envolvidos
estejam satisfeitos, quanto a seus objetivos.
Então, e de direito que empresas
de bens e serviços, o cidadão, o estudante, o aposentado, enfim esses contingentes tenha o direito de circular e de se mover e
sabemos que há uma grande dificuldade para se resolver essa questão e junto a
ela vêm insatisfação e a falta de ética
onde as condutas
inadequadas, incorretas e desrespeitosas tomaram conta desse segmento.Ética são
atitudes e posições cotidianas no sentido de respeito às regras. No
transito podemos citar como exemplo: comos os motoqueiros hoje são campeões na falta de ética no trânsito. Ultrapassam
indevida, atitudes violetas e o exibicionismo antiético. Outro exemplo de falta
de ética é a cidadão, observamos que na
condição de pedestre, o cidadão fica mas exposto em relação ao transito e a
urbanização, como por exemplo calçadas danificadas, sinalização adequada,
iluminação segurança etc.
Mas, mesmo os locais com sinalização os
pedestres temam em não seguir a lei, o bom senso e a ética e se arriscam em atravessar
em locais inapropriados. A faixa de pedestre e um refúgio que dá ao cidadão
segurança caso alguma eventualidade ocorra,
sendo que o mesmo seja usado corretamente. Em alguns casos o pedestre não
respeita a sua própria condição de cidadão e que tem deveres a serem cumpridos perante
o próprio bem estar e a convivência social entre transito e mobilidade.
Proponho em deixarmos de lado o individualismo das grandes metrópoles e
voltarmos para o convívio social mais humano.
Fonte: Casa da Juventude
Por Jamila Carvalho
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